A equação básica do varejo é simples e implacável. Você compra barato. Você pode vendê-lo por um preço mais alto. A diferença entre esses dois números é o que mantém a luz acesa.

O atacado aumenta as vendas. Negocia paletes, contêineres e contratos B2B. Realizar transações de varejo com entidades individuais e consumidores individuais. O papel do varejista é preencher essa lacuna. Compramos produtos a granel de atacadistas, reembalamos e entregamos aos usuários finais. Essa conveniência tem um preço. Esse custo é a margem de lucro.

Não se trata apenas de colocar uma etiqueta de preço em uma camisa. É sobre o risco que o inventário carrega. É alugar o espaço onde a camisa estava antes de alguém comprá-la. Nossa equipe irá ajudá-lo a encontrar seu tamanho. Tudo soma.

Sete fatores que promovem a concorrência no varejo

O varejo é um cemitério para empresas que não se adaptam. A taxa de insucesso é elevada porque as barreiras à entrada são baixas, mas as barreiras ao “sucesso” são altas. Sete pressões específicas definem esta situação.

  1. **Preço. ** Este é um ótimo equalizador. Quer você compre na loja ou navegue no aplicativo, sua escolha é determinada pelo preço.
  2. **Localização. ** Nas lojas físicas, a proximidade é fundamental. Estar no canto direito faz toda a diferença.
  3. **Velocidade de entrega. ** Os varejistas online vivem e morrem pela logística. Se não chegar amanhã, provavelmente não comprarei hoje.
  4. **Seleção. A variedade vence. Se você conseguir encontrar tudo em um só lugar, é mais provável que você fique em um só lugar.
  5. **Campanha. ** Vendas instantâneas e vendas por tempo limitado criam um senso de urgência. Eles exploram o medo de perder.
  6. A atmosfera da loja. Iluminação, layout e música são importantes. Um corredor mal iluminado parece barato. Um bem projetado parece premium.
  7. **Reputação da marca. ** A lealdade é pegajosa. As pessoas compram coisas em que podem confiar.

Esses fatores obrigam os varejistas a diversificar suas operações. Agora você pode ver isso acontecendo em farmácias que vendem alimentos e roupas. Você pode vê-los em grandes lojas que vendem de tudo, desde pneus até camisetas. A especialização está se tornando um luxo. A amplitude é a nova linha de base.

Transformação digital

A Internet não mudou apenas a forma como fazemos compras. Mudou toda a estrutura do valor de varejo.

O comércio eletrônico nasceu na década de 1990. Foi uma novidade. Na década de 2000, era uma ameaça. Hoje, é o padrão.

As lojas físicas existentes devem se adaptar. Eles abriram uma loja online. Eles adotaram modelos de clicar e coletar. Enquanto isso, apenas gigantes digitais como Amazon e eBay estão crescendo rapidamente. Eles operavam sem a sobrecarga de locais físicos. Isso lhes dá uma vantagem de preço que os varejistas tradicionais acham difícil igualar.

Na década de 2010, as vendas nas lojas começaram a diminuir. Não entrar em colapso. Declínio. Embora as compras nas lojas físicas ainda representem a maior parte do total das vendas no varejo, o motor do crescimento está se movendo online.

Esta não é apenas uma questão tecnológica. É tudo uma questão de dados. Os varejistas digitais rastreiam cada clique. Eles sabem o que você viu, do que desistiu e do que comprou. As lojas físicas estão se recuperando, mas as diferenças ainda existem.

resultado? Os varejistas não vendem mais apenas produtos; Eles vendem experiência, conforto e rapidez. O lucro não é mais apenas uma questão de preço. Isso é eficiência. Isso é logística. Isso é fidelidade à marca.

E a competição? Está ficando mais feroz. Isso porque sua concorrência não está mais apenas nas lojas da mesma rua. Temos armazéns em todo o país e podemos entregar no dia seguinte. Esta é uma plataforma que conhece você melhor do que você mesmo.

Agora, de onde vem esse lucro? Quando a marcação diminui e a sobrecarga aumenta?

Esta é uma pergunta que todo varejista responde todos os dias.